segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Os outros profissionais sem a devida formação oferecem um risco à população, e só estão livremente praticando, pois a profissão ainda não está regulamentada no Brasil,

Os outros profissionais sem a devida formação oferecem um risco à população, e só estão livremente praticando, pois a profissão ainda não está regulamentada no Brasil, o que impede de ser criado um conselho para a fiscalização de irregularidades.
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QUIROPRAXIA


O que é a quiropraxia? A quem ela pode beneficiar? Quais são os profissionais habilitados para praticá-la? Como é a quiropraxia nos outros países? Quando ela surgiu, no Brasil e no mundo?  Tentarei responder as perguntas mais comuns referente à quiropraxia.
Muita gente tem ouvido falar dessa nova profissão da área da saúde. Porém ainda são muito poucas as informações disponíveis para a população.  Sabemos que a quiropraxia é uma profissão da saúde, porém o que exatamente ela trata? O quiropraxista é responsável por diagnosticar, tratar e prevenir desordens do sistema neuro-músculo-esquelético, e seus efeitos na saúde em geral. O que isso quer dizer? Quer dizer que quiropraxistas podem ajudar pessoas com problemas de dor de cabeça, tensão nos ombros, dor nas costas, lombalgias, compressão do nervo, artrose, tendinite, entre muitos outros problemas similares.
Quando surgiu essa profissão e porque ela ainda é tão escassa no Brasil? Essa profissão surgiu nos Estados Unidos há 115 anos, e oficialmente com curso de graduação aqui no Brasil há apenas 15 anos.  Os dois cursos atuais de graduação surgiram no ano 2000, tanto em São Paulo na Universidade Anhembi Morumbi, quanto no Rio Grande do sul na universidade Fevalle. A partir daí já formaram mais de 400 profissionais hoje cadastrados na Associação Brasileira de Quiropraxia.  Esse número é ainda menor quando se fala de quiropraxistas atuantes, não se sabe ao certo, porém deve ser 1/3 do número de cadastrados.  Nos Estados Unidos existem 90 mil quiropraxistas cadastrados. E esse tratamento é coberto por vários convênios.
Quantos anos duram essa graduação?  No Brasil a grade curricular do curso de graduação em quiropraxia tanto em São Paulo quanto Rio Grande do sul, é de 4,5 a 5 anos de faculdade, e uma média de 5000 horas aulas.  Existem outros profissionais praticando a quiropraxia sem estarem habilitados? E Por quê? Existem sim profissionais de todos os ramos atendendo com a quiropraxia, sem ter a devida formação. Todos os profissionais graduados pelas faculdades citadas acima devem estar cadastrados na Associação Brasileira de Quiropraxia. Os outros profissionais sem a devida formação oferecem um risco à população, e só estão livremente praticando, pois a profissão ainda não está regulamentada no Brasil, o que impede de ser criado um conselho para a fiscalização de irregularidades.
Quem pode fazer o tratamento com a Quiropraxia? Desde a mais tenra idade, até a mais avançada é indicado que se faça um acompanhamento com o seu quiropraxista. O brasileiro dificilmente busca por tratamentos preventivos. O ideal seria cuidarmos de nossos músculos, ossos e nervos de uma forma preventiva. Estamos sujeitos diariamente e constantemente a fatores de risco que podem causar danos a nossa coluna e conseqüentemente danos a saúde em geral.  Fazer um acompanhamento com um quiropraxista pode prevenir muitos problemas durante a vida.
O tratamento com a quiropraxia oferece algum risco? Qualquer tipo de tratamento da saúde oferece algum risco, por mais simples que seja, desde a ingestão de um AAS, como uma cirurgia mais complexa. O grau de risco oferecido pela quiropraxia é infinitamente pequeno por não ser prescritas drogas e nem cirurgias.
Resumindo a quiropraxia é uma profissão que chega ao Brasil para ocupar o seu espaço e suprir com a enorme demanda que existe nessa área da saúde. A quiropraxia assim como qualquer outra profissão enfrenta e vai continuar enfrentando diversos obstáculos mercadológicos que deixam de enxergar o paciente em primeiro lugar. A quiropraxia se encaixa também no atual conjuntura da saúde no mundo de se trabalhar a interdisciplinaridade no atendimento ao paciente visando maximizar os seus ganhos.
FONTE:http://www.provital-quiropraxia.com.br/blog/index.php/quiropraxia/

Parecer do Conselho Federal de Medicina em 21 de junho de 2013 - Quiropraxia é terapia alternativa e necessita de diagnóstico prévio pelo médico

PROCESSO-CONSULTA CFM nº 11/13 – PARECER CFM nº 16/13 INTERESSADO: CRM-BA ASSUNTO: Quiropraxia RELATOR: Cons. Júlio Rufino Torres EMENTA: A quiropraxia é um método terapêutico alternativo, que necessita de diagnóstico prévio feito pelo médico. Todo tratamento a ser instituído é o resultado lógico e indispensável de um diagnóstico; isto só não acontece ante uma afecção desconhecida em suas causas e evolução. Ao longo dos milênios, a Medicina se desenvolveu baseada neste princípio e as doenças foram progressivamente sendo descobertas e profundamente estudadas . Se fizermos um estudo retrospectivo, iremos rir diante de tratamentos que antigamente se aplicavam como sendo baseados em verdades absolutas. Hoje, há elevado número de afecções que são tratadas e regridem rapidamente, mas que antigamente levavam seu portador à morte. Podemos citar, como exemplo, a febre tifoide – o “tifo”, como era chamado. Se olharmos para trás na história, nos sentiremos profundamente felizes com a nossa profissão, em todos os seus aspectos e especialidades. O presente parecer foi originado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia, firmado por seu presidente e dirigido a este Conselho Federal de Medicina (CFM) solicitando um pronunciamento de nossa parte sobre a prática da quiropraxia. Em anexo, um parecer da Assessoria Jurídica daquele Conselho, referindo diversas questões sobre o assunto e cuja origem se deve a consulta feita por uma entidade médica que presta serviços à população da capital daquele estado. Em sua conclusão afirma: “Por fim, na hipótese de ser considerada a ocupação da quiropraxia incompatível com o exercício da Medicina, em face da ausência de regulamentação desta atividade e possível risco à saúde da população que a associa à prática médica, que seja recomendada a adequação do objeto social”. O exercício da Medicina é há séculos realizado segundo passos bem definidos e indispensáveis. Inicia pela queixa principal (QP), aquilo que o paciente ou seu acompanhante refere como sendo a questão central de sua preocupação. Seguem-se perguntas sobre a história da doença, que chamamos de história da doença atual (HDA), os antecedentes pessoais e hereditários e o exame físico. Depois disso, por vezes o diagnóstico já está feito ou hipóteses diversas são levantadas. Seguem-se então os ditos exames complementares e, por fim, o tratamento. Repito: o tratamento é o ponto final. Claro que muitas vezes nos dirigimos ao chamado “tratamento sintomático”, quando ainda não se chegou ao que se espera. Não seguindo esta rotina, por certo o tratamento tem elevados riscos de ser mal direcionado. Tal rotina, por vezes, se faz rapidamente e ocupa pouco tempo, dependendo da afecção. Quando o médico salta diretamente da QP para o tratamento corre riscos altíssimos de cometer erros prejudiciais ao paciente. Daí se conclui que o exercício da Medicina somente pode ser realizado por pessoa graduada e treinadíssima para tal fim. Na formação médica iniciamos pela Anatomia e Fisiologia, que nos torna conhecedores profundos do corpo humano em bom funcionamento; seguem-se instruções sobre como examinar um paciente, reconhecendo o que nele há de normal e patológico, o estudo aprofundado e interminável das doenças (isto dura o resto da vida do profissional médico) e a terapêutica, que se divide em um elevadíssimo número de especialidades. Esta, a terapêutica, é interminável e ilimitada. Há elevado número de atividades profissionais que se agregam à Medicina para executar tratamentos. São realizadas por profissionais bem formados que nos auxiliam enormemente, e sem os quais não nos seria possível combater um elevado número de doenças. Eles são nossos verdadeiros e indispensáveis coadjuvantes. Encontramos um escrito da Associação Brasileira de Quiropraxia onde se lê: “Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o diagnóstico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuromusculoesquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral”. Encontramos também: “A quiropraxia é uma profissão da área da saúde que se dedica ao diagnóstico, tratamento e prevenção de problemas do sistema neuroesquelético, ou seja, ao tratamento de problemas das articulações, músculos, tendões, nervos e outras estruturas, bem como os efeitos destas alterações sobre a saúde em geral”. Ressalte-se que o CFM discorda frontalmente dessa afirmação, pois o diagnóstico de doenças é ato privativo do médico. Diante do exposto, entendemos que a quiropraxia é um método terapêutico alternativo, que necessita de diagnóstico prévio feito pelo médico. Além disso, não compete ao CFM reconhecer outras profissões. Este é o parecer, SMJ. Brasília-DF, 21 de junho de 2013 JÚLIO RUFINO TORRES Conselheiro relator

Ajustes cervicais – quais os riscos?

Ajustes cervicais – quais os riscos?
Quando se fala em ajustes cervicais (no pescoço) logo pode-se pensar em perigo. São comentados casos de “dissecção de artéria vertebral”, “ruptura de disco”, “paraplegia” e outras lesões.
sintomas_hernia_cervicalTais riscos realmente existem?
Se sim, por quê?
E como se proteger desses problemas?
Tais riscos existem sim. Mas somente existem quando pessoas sem formação adequada se auto-intitulam “quiropraxistas” e praticam manobras articulares grosseiras. Porém, quando a Quiropraxia é realizada por um profissional habilitado, tais riscos são praticamente eliminados, restando uma chance de acidente de menos de 0,0001% [1].
Profissionais despreparados
Procedimentos na área da saúde sempre são arriscados quando feitos por profissionais despreparados. E muitas dessas preocupações surgem devido a acidentes que aconteceram quando profissionais sem formação adequada se puseram a realizar o que chamam de “manobras quiropráticas”, ou “manipulações vertebrais”.
Como qualquer outro procedimento em saúde, a Quiropraxia também deve ser realizada somente por profissionais devidamente treinados para que não haja riscos. Por isso a Organização Mundial da Saúde (OMS – entidade máxima da saúde no mundo) publicou as “Diretrizes da OMS Sobre a Formação Básica e a Segurança em Quiropraxia”.
chiropractic-education-palpationOs únicos cursos que formam profissionais em conformidade com tais diretrizes no Brasil são as graduações daUniversidade Feevale (RS) e da Universidade Anhembi Morumbi (SP), que tem aprovação do MEC (Ministério da Educação e Cultura). No momento, nenhum outro curso no Brasil forma profissionais que exerçam a Quiropraxia de forma segura conforme os padrões da OMS.
E os estudos?
Existem estudos que se propõe a comprovar que os riscos são altos, e usam de sensacionalismo para obterem visibilidade. Porém tais estudos acabam ignorando as diretrizes da OMS e consideram como “quiropraxia” qualquer procedimento de manipulação articular realizado por qualquer profissional, sem levar em consideração a sua formação [2]. Por isso acabam encontrando diversos erros e fatalidades. É o mesmo que querer comprovar que um medicamento faz mal incluindo na amostra da pesquisa pessoas que estão se auto-medicando, ou pessoas que estão consultando “médicos charlatões”.
Inclusive num desses estudos, 50% dos problemas foram causados por médicos ortopedistas que se puseram a realizar manipulação vertebral na Alemanha [3] (sendo que a formação médica não inclui capacitação e treinamento em Quiropraxia).
670559logo_abq_250x220Como se proteger?
Para se proteger de profissionais inabilitados você precisa certificar-se de que o Quiropraxista que irá atendê-lo é devidamente formado de acordo com as diretrizes da OMS. Para certificar-se disso acesse a lista de Quiropraxistas filiados à ABQ, todos eles são devidamente formados.
Referências:
[1] Coulter ID, Hurwitz EL, Adams AH, et al. The appropriateness of manipulation and mobilization of the cervical spine. Santa Monica, CA:RAND Corporation 1996: xiv. (RAND Home page: http://www.rand.org).
[2] Misuse of the Literature by Medical Authors in Discussing Spinal Manipulative Therapy Injury. J Manipulative Physiol Ther 1995 (May); 18(4):203–210
[3] Vertebral Artery Dissections After Chiropractic Neck Manipulation in Germany Over Three Years J Neurol 2006 (Mar 6); [Epub ahead of print]Reuter U, Hamling M, Kavuk I, Einhaupl KM, Schielke ECharite-Universitatsmedizin Berlin, Dept. of Neurology, Schumannstr. 20-21, 10098, Berlin, Germany, uwe.reuter@charite.de

Quiropraxia pode causar danos permanentes à coluna, diz estudo

Quiropraxia pode causar danos permanentes à coluna, diz estudo
Massagem
Massagem é uma das terapias para aliviar dor nas costas
Um dos principais tratamentos alternativos para dor nas costas, a quiropraxia, pode causar danos permanentes e até matar, segundo um estudo publicado pela revista especializada Journal of the Royal Society of Medicine.
Segundo o autor do estudo, Edzard Ernst, a manipulação da espinha dorsal - prática adotada na quiropraxia - apresenta sérios riscos e deveria ser controlada mais rigorosamente.
"(A manipulação da espinha) está associada a efeitos adversos leves, freqüentes e passageiros, além de complicações sérias que podem levar a danos permanentes e à morte", afirma o artigo.
Ernst, diretor de medicina complementar da Peninsula Medical School, das universidades de Exeter e Plymouth, analisou dados de 32 estudos anteriores, além de enquetes com médicos e quiropraxistas, e chegou à conclusão de que a dissecção das artérias vertebrais é um dos efeitos mais comuns da prática.
Outras complicações incluem rompimento da dura-máter, a membrana externa e mais resistente da medula espinhal, edemas, danos no nervo, hérnia de disco e fraturas ósseas. Na maioria dos casos estudados, a manipulação da espinha superior foi apontada como causa, segundo Ernst.
Trombose
A quiropraxia consiste em uso de pressão sobre vértebras do paciente e, segundo o estudo, pode resultar em danos às artérias que correm junto à espinha.
Alguns desses danos podem ser seguidos de sangramentos internos ou formação de pseudo-aneurismas, que podem resultar em trombose, embolia ou espasmo arterial.
Os quiropraxistas, no entanto, dizem que a ligação causal entre a prática e os efeitos descritos é questionável, já que um dos primeiros sinais da dissecção das artérias vertebrais é a dor no pescoço, que muitas vezes é o que leva o paciente a procurar a terapia.
O próprio autor do estudo reconhece que acidentes vasculares podem ocorrer espontaneamente ou ter outras causas.
Além disso, como na maioria dos casos os problemas posteriores não são relatados, a freqüência das "conseqüências sérias" é desconhecida.
As estimativas de quiropraxistas são de que 6,4 em cada 10 milhões de pacientes de manipulação da espinha superior e 1 em cada 100 milhões de pacientes de manipulação da espinha inferior sofrem danos por causa do tratamento, mas o autor do estudo afirma que essas estimativas são questionáveis.
Ernst também coloca em dúvida a eficiência da quiropraxia como tratamento para dores nas costas ou no pescoço.
O médico sugere que a informação dos riscos aos pacientes deve ser mandatória para todos os terapeutas que aplicam a técnica.
Segundo a Associação Britânica de Quiropraxistas, um em cada três britânicos sofre de dor nas costas.

FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070924_quiropatiaefeitos_ba.shtml

sábado, 10 de outubro de 2015

Chirobase - site com muito material cético sobre quiropraxia

Informações precisas sobre a quiropraxia não é fácil de obter. A maioria dos editores, editores e organismos de radiodifusão estão dispostos a examinar este tema em profundidade e de publicar informações críticas. Como resultado, a maioria dos relatórios que chegam ao público expressar o que quiropráticos gostaria que as pessoas acreditam. Este site permite-lhe aprofundar a sua compreensão. Se você decidir procurar tratamento quiroprático, ele também pode ajudá-lo a encontrar um profissional adequado.

Sobre Chirobase    

Artigos Gerais    

Perigos    

Questionáveis ​​Técnicas Prática de Fortalecimento    

Outlook ocupacional para Quiropráticos    

Relatórios vítima e Outras Experiências pessoais    

Artigos de Periódicos    

Relatórios de investigação    

Práticas de diagnóstico e tratamento questionáveis   

Questões de seguros   

Anúncios e folhetos: Passado e Presente   

Quiropraxia Educação    

Estratégia Consumidor / Protecção dos Consumidores    

História Chiropractic início    

Reserve Relatórios     

Livros (de texto completo)     

Relatórios do governo    

Assuntos Legais, Políticos e Regulatórios    

Documentos Quiropraxia Diversos    

Respostas aos Chirobase e / ou Quackwatch    

Links para Quiropraxia Web Sites    

- See more at: http://www.chirobase.org/index.html#sthash.dTnEBXEV.dpuf

Quiropraxia é seguro? Pergunte a um paciente ferido


Is Chiropractic Safe? Ask An Injured Patient

November 5, 2007 at 9:44 am | Posted in Chiropractic, Latest News, Risks Of Being A Chiropractor | Leave a comment
Tags: , , , 

For a profession that claims to be fairly safe, there sure are a LOT of groups of injured patients.
Check out all these websites and organizations started by patients who were injured by chiropractic treatment:
And here is some recommended reading:
Could you hurt someone if you become a chiropractor?
One of the biggest ways that chiropractors put the public at risk is through missed diagnosis — often, they mistake serious problems for things that can be helped with chiropractic treatment. This delays patients going to a real doctor to get real treatment for the problem.

Spinal Roulette? Uma revisão recente de 116 artigos publicados entre 1925 e 1997 encontrou 177 casos de lesão no pescoço associada com a manipulação do pescoço, pelo menos 60% do que foi feito por quiropráticos

Spinal Roulette?
Em 1992, pesquisadores da Stanford Stroke Center perguntaram 486 membros Califórnia da American Academy of Neurology quantos pacientes eles tinham visto durante os dois anos anteriores que tinham sofrido um acidente vascular cerebral no prazo de 24 horas de manipulação do pescoço por um quiroprático. A pesquisa foi patrocinada pela American Heart Association. Cento e setenta e sete neurologistas relataram o tratamento de 55 pacientes, tais todos eles estavam entre as idades de 21 e 60. Um paciente morreu e 48 ficaram com déficits neurológicos permanentes como fala arrastada, incapacidade de organizar as palavras corretamente, e vertigem . A causa habitual dos golpes foi pensado para ser rasgando das paredes das artérias vertebrais [3]. Uma revisão recente de 116 artigos publicados entre 1925 e 1997 encontrou 177 casos de lesão no pescoço associada com a manipulação do pescoço, pelo menos 60% do que foi feito por quiropráticos [4].